sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Reuniões pedagógicas incentivam participação das famílias em escola de Cambuí (MG)

Familiares receberam exemplares da cartilha Acompanhem
a vida escolar dos seus filhos
Por meio de reuniões periódicas com familiares de alunos, a Escola Municipal Joaquim da Silva de Oliveira, em Cambuí (MG), tem buscado aproximar pais, mães e responsáveis do cotidiano escolar. Os encontros são organizados pela equipe pedagógica da unidade de ensino e têm como principal pauta a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos.

Participantes dos encontros leem e discutem a mensagem
da cartilha durante as reuniões
Além dos familiares, as atividades contam com a presença de professores e de membros da comunidade. Durante as ações, os pais conhecem, ainda, a rotina dos alunos na instituição, o Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb) da escola e são orientados a se envolverem de maneira mais efetiva na trajetória estudantil. As duas últimas reuniões pedagógicas com a participação das famílias foram realizadas no dia 15 de julho e no dia 30 de abril.

As reuniões são realizadas periodicamente com os familiares e
membros da comunidade
De acordo com a diretora da EM Joaquim da Silva de Oliveira, Ana Cecília Lambert Pereira, as atividades têm apresentado bons resultados. “Tivemos resultados satisfatórios, com pais participativos. Ficamos muito felizes com a distribuição das cartilhas para as comunidades”, comemorou.



Com informações de Ana Cecília Lambert Pereira, mobilizadora social pela Educação em Cambuí (MG).

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Especialista em Pedagogia Social ressalta a importância da interação família-escola

A especialista em Pedagogia Social, Bel Santos Mayer
(foto: 
LiteraSampa)
O Blog Educação, mantido pelo projeto Parceria Votorantim pela Educação, entrevistou a especialista em Pedagogia Social pela Universidade Salesiana de Roma, Bel Santos Mayer, sobre a importância da participação das famílias e da comunidade para a garantia do direito à educação e sobre alguns dos principais desafios da mobilização social. A educadora tem uma longa trajetória relacionada a organizações sociais que trabalham em prol da mobilização social pela educação, em especial em bairros periféricos da cidade de São Paulo, e já participou de projetos de equidade racial e de gênero na educação e de capacitação em direitos humanos. Atualmente, é uma das coordenadoras do Polo de Leitura LiteraSampa e atua no Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário – Ibeac.

Confira abaixo a entrevista: 

Blog Educação – Qual a importância da mobilização da sociedade para a melhoria da educação?
Bel Santos Mayer – Eu não consigo pensar a melhoria da educação sem o envolvimento de toda a sociedade. Se, por um lado, todos nós reconhecemos que a educação é primordial para a melhora da realidade do país, e estamos sempre admirando os países que investiram em educação, por outro lado existe uma postura da maior parte da sociedade de terceirizar a questão da educação, de achar que é responsabilidade somente do Estado e dos educadores. Na minha compreensão, a ideia de que é preciso toda uma aldeia para se educar uma criança, um adolescente, um jovem, é mais do que verdadeira. A única possibilidade de a educação ter sentido para a vida, para a comunidade, é se todos nós estivermos envolvidos com ela.
Blog Educação – Nesse sentido, qual a importância, em particular, do envolvimento da família na educação de crianças e adolescentes?
B. S. M. – Um ganho que nós tivemos no processo de democratização do país foi o Artigo 225 da Constituição, que diz que para garantir o direito das crianças e dos adolescentes deve haver o envolvimento do Estado, da família e de toda a sociedade. E o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA reforça isso. Não é possível que o Estado dê conta sozinho. É responsabilidade dele a oferta do equipamento físico, dos educadores, mas a qualidade da educação e o desenvolvimento dessa educação tem de ser um compromisso da família e da sociedade. O que vai conferir à criança a noção da importância da educação? É o quanto aquela educação e aqueles conhecimentos são valorizados pelas pessoas que ela ama. Quando a família se envolve, está dizendo para a criança que esse aprendizado é importante.
Blog Educação – Você mencionou o ECA, que coloca como direito da criança e do adolescente também a convivência familiar e comunitária. Estes direitos que andam de mãos dadas seriam o direito à educação e o direito à convivência familiar e comunitária?
B. S. M. – Exatamente. Se você for pensar, o que a gente tem como espaços de convivência, falando das áreas mais periféricas, que são muito carentes de espaços culturais, são os espaços da saúde e da educação. O espaço da saúde, por mais que a gente tenha um discurso preventivo, em geral só se vai até ele quando existe a falta de saúde. O espaço que garante a continuidade, a intencionalidade e a convivência é a escola. Este espaço precisa se abrir, pois a criança chega à escola com sua família, com sua história e com a história da sua comunidade.
Blog Educação – Do ponto de vista do mobilizador social, quais os principais desafios que precisam ser superados para mobilizar uma comunidade em prol da educação?
B. S. M. – O primeiro desafio é a questão do preconceito. Existe uma tendência de olhar para a comunidade como um poço de carências. A gente olha para tudo aquilo que falta: os pais não são escolarizados, a região é carente, a família não participa. É preciso superar esse olhar tendencioso e preconceituoso. O que essa comunidade tem? Quais são as histórias dessa comunidade que merecem ser evidenciadas e fazer parte do currículo da escola?
Um segundo desafio é criar espaços efetivos de participação da família e da comunidade. Existe uma tendência a envolver a comunidade como plateia e não como ator. Preparar um evento para a comunidade olhar é uma forma de ela fazer parte, mas não é suficiente se a gente quer que aquela família e aquela comunidade acompanhem o currículo da escola. É preciso pensar canais de participação efetivos em que as pessoas não se sintam melindradas. Como fazer das reuniões de pais, por exemplo, um momento de comunicar a proposta da escola, seu projeto político pedagógico, as possibilidades de participação.
Blog Educação – No caso da pessoa que vive em determinada comunidade e que tem interesse em contribuir para a melhoria da educação no seu bairro ou na sua cidade, que caminhos ela pode buscar?
B. S. M. – Eu tenho visto experiências muito interessantes. Uma forma de participação é a escola hospedar eventos que acontecem dentro da comunidade. Tenho visto muitas regiões que ocupam espaços diversos, desde bares, como a experiência dos saraus literários de São Paulo, da Cooperifa, até cemitérios, como no caso da biblioteca comunitária de Parelheiros. Outro canal que eu acredito que funciona bastante é o jornal mural, localizado no pátio da escola. Quando vou a uma escola, observo o conteúdo desse jornal mural. Se ele fala apenas sobre o que está acontecendo na escola ou se é um espaço de comunicação sobre o que a comunidade faz. Também existem canais mais formais, como os conselhos e as associações de pais e mestres.
Por Bernardo Vianna / Blog Educação

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Beneficiários do Bolsa Família conhecem mensagem da cartilha da Mobilização em Oeiras (PI)

Cerca de 2 mil pessoas participaram do evento em Oeiras (PI)
Divulgar a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos tem sido a estratégia da Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Oeiras, no Piauí, para conscientizar famílias de alunos sobre a importância da sua participação no cotidiano escolar. Em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), a Semed e a equipe de Mobilização Social pela Educação do município apresentaram o conteúdo da publicação a beneficiários do Programa Bolsa Família da zona rural e urbana de Oeiras.

Participantes da atividade receberam exemplares da cartilha
Acompanhem a vida escolar dos seus filhos
Realizada no dia 16 de junho, a atividade contou com a presença de cerca de 2 mil beneficiários do programa. Durante o evento, a secretária municipal de Educação, Tiana Tapety, destacou a necessidade de fortalecer o vínculo entre escolas e famílias para a melhoria do aproveitamento do ensino.

Além de apresentar a cartilha da Mobilização, a atividade teve como objetivo orientar as famílias que recebem o benefício sobre as condicionalidades do Bolsa Família. Entre as exigências do programa, está a frequência escolar de 85% ao mês, para os estudantes de 6 a 15 anos, e de 75%, para aqueles com idades entre 16 a 17 anos. 

Com informações de Suely Brito, mobilizadora social pela Educação em Oeiras (PI).

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Espigão d’Oeste (RO) reforça ações de incentivo à interação família-escola-comunidade

Participantes da Oficina de Formação de Mobilizadores
em Espigão d'Oeste (RO)
Sensibilizar as famílias da zona rural e urbana, em especial aquelas atendidas pelo Conselho Tutelar e beneficiárias do Programa Bolsa Família, sobre a importância de sua participação no cotidiano escolar de crianças e jovens é prioridade dos mobilizadores sociais pela Educação de Espigão d’Oeste, em Rondônia. A atuação dos voluntários locais foi reforçada pela Oficina de Formação de Mobilizadores realizada na cidade no dia 22 de julho.

Divididos em grupos, mobilizadores debateram sobre
as ações a serem desenvolvidas no município
Durante a Oficina, promovida pela Secretaria Municipal de Educação de Espigão d’Oeste (SEMED), os participantes receberam orientações, entre outros tópicos, sobre como dialogar com os familiares sobre a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos, principal instrumento de trabalho dos mobilizadores. Como resultado da formação, além da divulgação da cartilha, os voluntários espigoenses vêm se empenhando para instituir em lei o Dia Municipal da Mobilização Social pela Educação e para criar o Comitê de Mobilização local.

Autoridades locais também estiveram presentes
na Oficina
Participaram do evento de capacitação pais e mães de alunos, gestores escolares, professores, lideranças comunitárias e religiosas, membros do Conselho Tutelar e de conselhos escolares, representantes da Câmara de Vereadores, entre outros. Também estiveram presentes representantes da Secretaria Municipal de Educação de Cacoal, município vizinho a Espigão d’Oeste. As exposições da Oficina foram conduzidas pela representante do Plano de Mobilização Social pela Educação do Ministério da Educação (PMSE/MEC), Luiza Catarina Sousa Carvalhal.

De acordo com a técnica da SEMED de Espigão d’Oeste, Rosimara  Matos  Rodrigues  Specia, a formação teve avaliação positiva pelos participantes. “Todos saíram motivados e comprometidos a atuarem na melhoria da qualidade de Educação de seus municípios”, afirmou.

Confira abaixo entrevista da representante do PMSE/MEC, Luiza Catarina, concedida à TV da Prefeitura de Espigão d’Oeste após a realização da Oficina: 


video

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

MG: Bonito de Minas, Pai Pedro e Gameleiras recebem Oficinas de Formação de Mobilizadores

Dando continuidade à parceria entre o Plano de Mobilização Social pela Educação do Ministério da Educação (PMSE/MEC) e a Coordenadoria de Inclusão e Mobilização Sociais – CIMOS-Norte, órgão do Ministério Público de Minas Gerais, os municípios de Bonito de Minas, Pai Pedro e Gameleiras recebem, nos dias 25, 26 e 27 de agosto, respectivamente, Oficinas de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação. As exposições dos eventos serão conduzidas pela coordenadora do PMSE/MEC, Ivanete Oliveira dos Santos.

Promovidas por meio do Projeto Social 10Envolver, realizado pela CIMOS nos dez municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do estado, as atividades de formação contam com o apoio das secretarias municipais de Educação. Durante as Oficinas, os participantes vão receber orientações para desenvolver, junto a suas comunidades, ações de incentivo à interação família-escola e, assim, contribuir para a superação dos desafios educacionais da região.

Entre os tópicos a serem apresentados e debatidos nas formações, estão as metas e estratégias do Plano de Mobilização Social pela Educação, dados da educação no Brasil e nos três municípios, além de exemplos de boas práticas de incentivo à interação família-escola em diversas localidades.

Serviço

Oficina de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação em Bonito de Minas (MG)
Data: 25 de agosto de 2015
Local: Câmara Municipal de Bonito de Minas
Horário: 9h às 17h

Oficina de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação em Pai Pedro (MG)
Data: 26 de agosto de 2015
Local: Câmara Municipal de Pai Pedro
Horário: 9h às 17h

Oficina de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação em Gameleiras (MG)
Data: 27 de agosto de 2015
Local: Câmara Municipal de Gameleiras
Horário: 9h às 17h

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

MEC convoca sociedade brasileira para debate e elaboração das leis do Sistema Nacional de Educação

Ao formular um projeto para a instituição do Sistema Nacional de Educação (SNE), o Ministério da Educação convoca a sociedade brasileira para estabelecer uma cooperação federativa. No documento Instituir um Sistema Nacional de Educação: Agenda Obrigatória para o País, divulgado no fim do primeiro semestre, o MEC apresenta um conjunto de propostas articuladas para a elaboração da legislação que vai reger o sistema.

O SNE, exigência do Plano Nacional de Educação, em vigor (Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014), tem prazo até junho de 2016 para ser instituído. A proposta do MEC está aberta a contribuições, com uma agenda que inclui recebimento de colaborações, debate nacional sobre propostas e diálogo com conselheiros e parlamentares, até a tramitação dos projetos no Congresso Nacional.

O principal objetivo do SNE é aperfeiçoar a organização da educação para que as políticas públicas sejam mais orgânicas e capazes de assegurar o direito constitucional com equidade. Nesse sentido, há a proposta de um conjunto normativo com alterações na Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional (LDB); a regulamentação do art. 23 da Constituição Federal, no que se refere à Lei de Responsabilidade Educacional; a adaptação das regras de financiamento e a adequação dos sistemas de ensino às novas normas nacionais.

“São 5,57 mil municípios e 26 estados no país, e não há um sistema que integre as ações de maneira vinculante e obrigatória para que os entes da Federação cumpram a obrigação de garantir o direito ao acesso à educação de qualidade a todos os brasileiros”, diz a diretora de articulação com os sistemas de ensino do MEC, Flávia Nogueira.

Segundo o documento, será necessária a elaboração de vários projetos de lei para instituir o SNE, o que exigirá acordos sobre o tema. “O MEC adotou a metodologia da construção coletiva para que os projetos representem o desejo da sociedade e sejam acolhidos no Congresso Nacional”, diz Flávia. “Isso exige diálogo, e todas as propostas são bem-vindas.”

Caminho — No artigo A Agenda Urgente do Brasil, divulgado na imprensa e na página do PNE na internet, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, insiste na pactuação. “Em um país federativo como o nosso, política nacional se constrói com acordo, pactos e compromissos comuns”, afirma. “Esse é o caminho escolhido pelo Ministério da Educação.”

A agenda para a instituição do SNE estabelece prazo para os debates e apresentação de contribuições até o fim deste ano, com previsão de uma consulta pública em três meses. Os projetos de lei devem ser elaborados entre janeiro e fevereiro de 2016, para tramitação no Congresso Nacional em junho. Após a aprovação do sistema, deve ser estruturada até dezembro uma rede de assistência técnica para a adequação das leis que organizam os sistemas estaduais e municipais.

Texto: Ana Cláudia Salomão - Portal do MEC

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Feiras de ciências aproximam pais, alunos e comunidade escolar em Palmas (TO)

Em preparação para a Feira de Ciências, Tecnologia e Inovação (Fecit), a ser realizada durante a Semana Nacional de Ciências e Tecnologia, de 20 a 23 de outubro, as escolas da rede municipal de ensino de Palmas (TO) vêm promovendo ações envolvendo estudantes, professores, pais de alunos e membros da comunidade local. Como parte dessa programação, na segunda metade do mês de agosto, os Centros Municipais de Educação (CMEIs) realizam o evento “Berço de Talentos”, aberto à comunidade.

Boletim da Secretaria de Educação de Palmas
destacou trabalhos dos alunos nas feiras de ciências
(clique na imagem para visualizar)
Segundo a mobilizadora social pela Educação e coordenadora geral da Fecit, Monique Wermuth Figueras, o Berço de Talentos – que conta com a participação de crianças de 4 e 5 anos de idade –  tem como objetivo ampliar o conhecimento científico dos alunos. “Os CMEIs abrirão os espaços para envolver a comunidade em atividades sensoriais”, explicou.

De 2 a 29 de junho, as escolas municipais de ensino fundamental da capital tocantinense realizaram feiras de ciências, das quais foram selecionados projetos sobre diversas áreas do conhecimento para apresentação na Fecit. Os trabalhos dos alunos foram desenvolvidos sob a orientação dos professores e com o apoio dos familiares.

“A participação e envolvimento dos pais e da comunidade foi geral. Eles participaram em busca de material e na confecção de protótipos, ajudando os alunos”, contou Monique Figueras.

O secretário municipal de Educação de Palmas, Danilo de Melo Souza, também enfatizou a importância da participação da comunidade nas atividades de educação científica. “O projeto é uma forma de envolver toda a comunidade em prol do desenvolvimento educacional, visando aumentar a motivação, a participação, o desempenho em todas as áreas do conhecimento, propondo uma educação baseada na pesquisa, tornando Palmas, uma capital onde existe um grande público acadêmico, um Berço de Talentos Nacional”, destacou.

Para a seleção das experiências e organização da Fecit 2015, foi formado um comitê científico, integrado por representantes da Secretaria Municipal de Educação (Semed), da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Emprego (Sedem), do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), da Universidade Federal do Tocantins (UFTO), das unidades de ensino locais e de instituições do Sistema S – Sebrae, Sesi, Senac e Sesc, entre outras entidades. Os trabalhos foram escolhidos por modalidade – Nível Fundamental do 1º ao 5º ano, Nível Fundamental do 6º ao 9º ano e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Participaram das ações, até o momento, 23.132 alunos de 41 escolas de Ensino Fundamental, 638 alunos de EJA e 7.623 alunos de 28 CMEIs.

Saiba mais sobre a Fecit no site da Prefeitura de Palmas.

Com informações da mobilizadora Monique Wemuth Figueras e do secretário municipal de Educação de Palmas, Danilo de Melo Souza.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Representantes de diversos segmentos sociais participam de formação de mobilizadores em Araguari (MG)

Professores, coordenadores e gestores escolares da rede pública e privada de ensino, membros do Conselho Tutelar e de conselhos educacionais, representantes de entidades religiosas, do Ministério Público, de sindicatos e de associações municipais estão entre os participantes da Oficina de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação a ser realizada em Araguari (MG), nesta quinta-feira, dia 20 de agosto.  A atividade contará com a presença, ainda, do prefeito Raul José de Belém, de vereadores e de secretários administrativos.

Organizada pela Secretaria Municipal de Educação de Araguari, a Oficina será conduzida pelo representante do Plano de Mobilização Social pela Educação do Ministério da Educação (PMSE/MEC), Paulo Ronaldo dos Santos. Durante o evento, os participantes vão conhecer as metas e estratégias do PMSE, bem como exemplos bem-sucedidos de sua implementação em diversas localidades. Serão apresentados, também, dados da educação no Brasil e no município e a mensagem da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos.

Para concluir a atividade, os participantes serão orientados, por meio de debate em grupos, a elaborarem Plano de Ação a ser desenvolvido no município. As ações previstas no documento deverão fortalecer o relacionamento entre pais, educadores e comunidade em Araguari e contribuir, assim, para a melhoria da qualidade da educação oferecida na cidade.

Serviço

Oficina de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação em Araguari (MG)
Data: 20 de agosto de 2015
Local: Auditório da Policlínica
Horário: 7h30 às 17h

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Contribuir para melhoria do Ideb é prioridade dos mobilizadores de Montes Altos (MA)

Participantes da Oficina de Formação de Mobilizadores
em Montes Altos (MA)
Mobilizar famílias, educadores e comunidade para o cumprimento das metas do Plano Municipal da Educação e, assim, contribuir para a melhoria do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do município é uma das prioridades dos mobilizadores de Montes Altos, no Maranhão. Esse e outros objetivos foram elencados pelos voluntários locais no Plano de Ação elaborado durante a Oficina de Formação de Mobilizadores Sociais pela Educação realizada na cidade nos dias 6 e 7 de julho.

Promovida por iniciativa da secretária municipal de Educação de Montes Altos, Aldiva Pereira, a formação contou com cerca de 120 participantes, entre pais e mães de alunos, técnicos, professores e gestores das unidades de ensino da cidade, além de representantes da Pastoral da Criança, da Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social, do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente e do Sindicato dos Professores de Montes Altos. O evento foi realizado como desdobramento da participação de representantes do município no XV Fórum Estadual da seccional maranhense da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-MA).

A cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos foi
apresentada aos participantes
Para construir o Plano de Ação, foram fornecidas, durante a Oficina, informações sobre os avanços e desafios da Educação no Brasil e em Montes Altos, bem como sugestões de atividades baseadas em experiências bem-sucedidas de Mobilização em diversas localidades. Foram apresentadas, ainda, as orientações do PMSE e da cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos, entre outros tópicos. As exposições da Oficina foram conduzidas pelo representante do Plano de Mobilização Social pela Educação do Ministério da Educação (PMSE/MEC), Paulo Ronaldo dos Santos.

Entre as ações destacadas pelos mobilizadores no Plano de Ação, que visam contribuir para a melhoria do Ideb no município, estão a sensibilização de gestores, coordenadores e professores para que ressignifiquem suas relações com familiares de alunos, envolvendo-os em projetos pedagógicos; a ampliação do protagonismo da família na vida escolar dos seus filhos, por meio de políticas intersetoriais com órgãos de apoio à criança e ao adolescente; e o fortalecimento da participação da comunidade nos conselhos escolares. 

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Prática exitosa de Mobilização é apresentada em Semana Pedagógica em Araucária (PR)

O mobilizador Everton Oliveira apresentou prática exitosa
de mobilização em prol da melhoria da Educação
A Mobilização Social pela Educação foi tema de apresentação conduzida pelo mobilizador Everton Oliveira de Souza durante a Semana Pedagógica 2015, realizada de 1 a 3 de julho pela Secretaria Municipal de Educação de Araucária (SMED). Em sua exposição, o integrante do Comitê de Mobilização de Araucária relatou experiência bem-sucedida de mobilização de famílias e da comunidade escolar, desenvolvida na Escola Rural Municipal Rui Barbosa.

Segundo Everton, as atividades de incentivo à interação família-escola promovidas na unidade de ensino contribuíram para a melhoria dos indicadores da escola. “Com as ações realizadas, a equipe escolar conseguiu melhorar o rendimento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em dois anos em 40%, saltando de 3.8 para 4.9 entre 2009 e 2011, e superando a meta para 2013, chegando a 5.6”, informou.

Diretores, professores, pedagogos e outros profissionais
da educação do município participaram da Semana Pedagógica
Os bons resultados da instituição, afirma Everton, foram consequência do trabalho em equipe desenvolvido pela instituição e de atividades extracurriculares com os alunos. “Foi um trabalho coletivo, todos participaram. Desde a servente até a diretora. Fico feliz de poder ter sido parte desse sucesso da escola”, comemorou.

O mobilizador ressaltou, ainda, a importância do apoio das famílias para a melhoria do rendimento dos alunos. “Eles se sentem mais valorizados e, com isso, têm maior vontade de aprender”, ponderou. Durante as ações na unidade educacional do campo, para sensibilizar pais, mães e responsáveis sobre a necessidade de sua participação, Everton divulgou a cartilha Acompanhem a vida escolar dos seus filhos.

Além do relato da experiência, o membro do Comitê de Mobilização de Araucária expôs as metas e estratégias do Plano de Mobilização Social pela Educação (PMSE) e apresentou as orientações da Cartilha aos profissionais da educação presentes na Semana Pedagógica.

Com informações de Everton Oliveira de Souza, mobilizador social pela Educação em Araucária (PR).